Nascida em São Paulo, onde tudo é plástico, concreto e artificial (até mesmo as árvores...), passei anos buscando artifícios que me enquadrassem em algo que nunca fui eu.
Me perdi dentro daquele labirinto de concreto tentando procurar algo que não era, que nunca existiu, que não passava de ilusões hipócritas, contraditórias, impostas e pré-fabricadas.
terça-feira, 12 de maio de 2009
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