quarta-feira, 13 de maio de 2009

observando um abraço...

Ai, que vontade de me despedir tristemente de alguém, ganhar aquele abraço forte e ser iludida por aquela sensação fantasiosa que nos faz querer acordar todos os dias.

Que vontade de viver a mentira burguesa do amor, de acreditar no sentimento único, de crer que aquilo é tudo e basta.

Só queria uma sensação. Nem que fosse platônica e não passasse de uma visão de dentro da caverna. Bastaria que o impossível fizesse parte de mim.
E que exploda o pragmatismo racional.

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